Alta do petróleo impulsiona balança comercial de Angola, que dispara 72% em Setembro
balança comercial registou um desempenho positivo, alcançando um saldo de 2,05 milhares de milhões de kwanzas, o que representa um crescimento de 72,02% em comparação com o mês anterior e mais do dobro face ao período homólogo de Setembro de 2025.
De acordo com a Folha de Informação Rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE), a que o Valor Económico teve acesso, este forte incremento foi essencialmente sustentado pela valorização e pelo preço médio do petróleo bruto, principal produto de exportação do país.
Por outro lado, em Setembro, registou-se um aumento de 67,86% nas exportações de bens e um aumento de 33,14% nas importações de bens, comparativamente ao período homólogo. Em relação ao mês passado, as exportações e as importações tiveram um aumento de 51,08% e 33,08%, respectivamente. Em termos de valores transaccionados, os principais países de destino das exportações de bens, durante o período em análise, foram a China, com 35,80%, a Índia, com 32,43%, a Itália, com 5,95%, a Espanha, com 4,32%, e os Estados Unidos da América, com 3,34%. Em sentido contrário, para as importações de bens, os principais países de origem foram: a China, com 21,10%, Taiwan, com 9,08%, a Coreia do Sul, com 8,79%, o Togo, com 7,30%, e Portugal, com 6,65%, em relação ao valor total. Ainda no mesmo documento, regista-se que os países de destino com maior aumento nos valores transaccionados nas exportações de bens em relação ao período homólogo foram: Omã, a Malásia e a Itália. Por outro lado, os países de origem que registaram maior aumento nas importações de bens foram: Taiwan, a Nigéria e a Coreia do Sul. “Constata-se que, durante o período em análise, nas exportações de bens, os principais grupos de produtos foram: Petróleo, combustíveis e gás, com 95,56%, Pérolas, pedras e metais preciosos, bijutarias, com 1,73%, e Metais comuns, com 1,12%, em relação ao valor total”, lê-se. Nas importações de bens, os principais grupos de produtos foram: Petróleo, combustíveis e gás (Refinados), com 34,17%, Máquinas e Aparelhos, com 19,68%, Veículos e outros meios de transporte, com 10,02%, Produtos químicos e farmacêuticos, com 7,40%, e Produtos alimentares, com 6,44%, em relação ao valor total.







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