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Aluguer de cadeiras e guarda-sóis resiste à pressão dos fiscais

COMéRCIO. Comerciantes queixam-se da pressão dos fiscais, perda de materiais, suborno e desgaste físico para garantir o sustento das suas famílias. Apesar de ser considerada rentável, a actividade continua marcada pela informalidade.

Aluguer de cadeiras e guarda-sóis resiste à pressão dos fiscais
Santos Samuesseca

Ao nascer do sol, à beira-mar, mulheres e jovens empreendedores montam cadeiras e guarda-sóis para transformar a zona balnear em pequenos pontos de lazer, sobretudo para centenas de luandenses, turistas e pessoas que diariamente visitam aquela zona costeira.

No entanto, os comerciantes que sustentam este negócio enfrentam uma realidade cada vez mais asfixiante, marcada pela pressão das autoridades, pela perda do poder de compra dos clientes e pela concorrência. Há alguns anos, o fluxo de clientes era contínuo diariamente, registando actualmente uma redução influenciada também pelas alterações climáticas.



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