Comerciantes de água de coco facturam até 1 milhão de kwanzas
COMéRCIO. Apesar de constrangimentos com a logística, negócio é apetecível para muitos jovens que encontraram na venda de água de coco uma fonte de rendimento.
Por baixo do sol ardente da Ilha de Luanda, entre o calor da areia e a brisa do mar, o bater das catanas contra a casca verde dos cocos, dita o compasso de um negócio que movimenta diariamente a economia informal da Ilha do Cabo.
O cenário repete-se a cada poucos metros ao longo do calçadão e da berma das estradas, sob a sombra de uma roulotte ou de um guarda-sol degradado. As pilhas de cocos atraem centenas de banhistas e turistas que procuram um refresco para alívio do calor naquela zona costeira.
A venda de água de coco na Ilha de Luanda registou um aumento acentuado na facturação, impulsionado pelo consumo local e de turistas. Contudo, por trás do sabor e do ambiente festivo, os jovens empreendedores e comerciantes que sustentam este negócio enfrentam desafios logístico para adquirir a fruta no Mussulo e os custos do transporte para garantir o stock.
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