BPC rejeitou quase metade dos pedidos de empresas vandalizadas por incumprimento dos requisitos
O Banco de Poupança e Crédito (BPC) rejeitou quase metade dos pedidos apresentados pelas empresas que foram alvo de vandalismo e de pilhagens durante a greve de taxistas. O protesto, motivado pelo aumento do preço dos combustíveis e das tarifas de táxi, ocorreu no final de Julho do ano passado.
De acordo com o presidente da Comissão Executiva da instituição, Luzolo de Carvalho, citado pela Agência Angop, dos 104 pedidos de crédito recebidos, a instituição apenas financiou cerca de 54 (51,92%), sendo que os demais não obedeciam, de modo geral, aos requisitos exigidos.
O banco disponibilizou dentro da linha de financiamento aprovada pelo Governo, em Agosto, para colmatar os danos das empresas afectadas 31,5 mil milhões de kwanzas dos 50 mil milhões disponibilizados.
O processo vai ser encerrado após a conclusão dos quatro pedidos em análise.
As medidas de alívio, constantes no Decreto Presidencial n° 150/25 de 4 de Agosto, englobam o reembolso prioritário de 100% do IVA às empresas afectadas, isenção por três meses do pagamento de contribuições devidas pelas entidades empregadoras à Segurança Social, correspondente a 8% do valor da remuneração bruta mensal dos seus trabalhadores registados na segurança social.
Mais de 91 empresas foram vandalizadas e pilhadas no país, segundo um relatório da Associação de Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola (Ecodima).








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