Empresas e famílias estão a contabilizar danos em Benguela
CHEIAS. Afectados não conseguem ainda precisar as perdas. Defendem a declaração de estado de calamidade e a mobilização de mais meios para apoiar os mais afectados. Dados indicam que situação volta repetir-se por não se tomarem as medidas já estudadas e apresentadas como solução. Prevenção foi esquecida no OGE durante anos.
As cheias que voltaram a abalar a província de Benguela, no último domingo, 12, depois de o rio Cavaco ter transbordado, provocaram elevados danos económicos a milhares de famílias e a empresários que ainda se encontram a avaliar as perdas.
Depois de perder por completo um armazém com mobiliário importado de Portugal, o empresário Octávio Pinto defende a necessidade urgente de se decretar estado de calamidade na província no sentido de ajudar, primeiramente, as milhares de famílias que perderam bens e que se encontram desalojadas na província. “O Governo tem de decretar estado de calamidade.
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