PERSPECTIVAS. Economia deverá crescer 2,7% até 2028, enquanto a pobreza continuará em alta com cerca de 42,4% da população a manter-se na pobreza. Relatório económico do Banco Mundial alerta que, apesar de Angola definir o Corredor do Lobito como motor central para diversificação económica, o país vai precisar de melhorar as infra-estruturas.
Mateus Mateus
jornalistaDescreve o que considera melhorias da economia angolana, mas aponta desafios da diversificação económica, que o país não consegue ultrapassar, e critica o ambiente de negócios no país continua desfavorável para investidores estrangeiros. PCA da Jetour Angola, Benny Ying aponta também a insuficiência de infra-estruturas rodoviárias, energia eléctrica e recursos hídricos como factores que aumentam os custos de produção em vários sectores, quebrando a confiança dos investidores.
Programa criado pelo BNA para facilitar o acesso à habitação já desembolsou 457,63 mil milhões de kwanzas desde a sua implementação, mas operadores do mercado imobiliário consideram que os resultados continuam aquém das expectativas.
MERCADO AUTOMÓVEL. Proprietários de viaturas de marcas chinesas dizem enfrentar elevados custos de manutenção e dificuldades para encontrar oficinas capazes de reparar os seus veículos fora das redes oficiais. Concessionárias rejeitam as críticas, asseguram que praticam preços alinhados com os do mercado e atribuem a percepção dos clientes à escassez de técnicos especializados, à falta de cultura de manutenção nas oficinas autorizadas e aos elevados custos de importação de peças.
TELEMÓVEIS. Empresas angolanas de produção de telemóveis estão todas fechadas. Queixam-se que foram asfixiadas pela concorrência chinesa. AfriOne inaugurada em 2020 pelo Presidente da República não completou dois anos.








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