O princípio de uma só China é consenso da comunidade internacional
Recentemente, o Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e Presidente da China, Xi Jinping, reuniu-se em Beijing com a Presidente do Partido Kuomintang da China, Cheng Li-wen.
Recentemente, o Secretário-Geral do Comitê Central do Partido Comunista da China e Presidente da China, Xi Jinping, reuniu-se em Beijing com a Presidente do Partido Kuomintang da China, Cheng Li-wen. O Chefe de Estado da China enfatizou que, independentemente das mudanças na conjuntura internacional ou na situação do Estreito de Taiwan, a tendência histórica para a grande revitalização da nação chinesa é irreversível, assim como é imparável a corrente de aproximação, intercâmbio e união entre os compatriotas de ambos os lados do Estreito. Os compatriotas de ambos os lados anseiam pela paz e tranquilidade, aspiram à melhoria e ao desenvolvimento das relações através do Estreito e desejam uma vida cada vez melhor.
O Presidente Xi Jinping apresentou quatro propostas sobre o desenvolvimento das relações através do Estreito: Primeiro, persistir na promoção da comunhão de corações baseada num reconhecimento correto. “Os compatriotas de ambos os lados compartilham as mesmas raízes, cultura e sangue, sendo uma comunidade com futuro compartilhado em que subimos e caímos juntos. Em uma família, nenhuma diferença ou desacordo é insuperável, desde que, nos comuniquemos com boa-fé e nos consultemos mutuamente”. Segundo, persistir na salvaguarda do lar comum através do desenvolvimento pacífico. Terceiro, promover o bem-estar da população por meio do intercâmbio e da integração. Quarto, persistir na luta solidária para alcançar a grande revitalização da nação chinesa.
A questão de Taiwan, de fato, é um legado da guerra civil chinesa e constitui um assunto puramente interno da China. Em 1971, a 26ª Sessão da Assembleia Geral da ONU adotou, por maioria esmagadora, a Resolução 2758, que decidiu restaurar todos os direitos legítimos da República Popular da China nas Nações Unidas. Até à data, 183 países estabeleceram e desenvolveram relações diplomáticas com a China com base no princípio de Uma Só China. Ao longo dos anos, 53 países africanos, incluindo Angola, têm apoiado firmemente a Resolução 2758 da Assembleia Geral da ONU. Em 2024, através da “Declaração de Beijing” da Cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), reiteraram solenemente a sua firme adesão ao princípio de Uma Só China e o apoio decidido a todos os esforços do governo chinês para realizar a reunificação nacional.
Como assinalou o Presidente Xi Jinping, as forças separatistas que buscam a "independência de Taiwan" são a causa raiz da destruição da paz no Estreito de Taiwan, algo que jamais toleraremos. O atual líder da região de Taiwan, Lai Ching-te, insiste obstinadamente na postura separatista, coludindo-se com forças externas para buscar a "independência" e tentando ampliar o chamado "espaço internacional". Devido à manipulação maliciosa das autoridades do Partido Democrático Progressista (DPP), os intercâmbios através do Estreito foram obstruídos, prejudicando os interesses da população da ilha. A "independência de Taiwan" é um beco sem saída e a reunificação da China é uma tendência histórica irresistível. Atualmente, um certo país africano ignora a realidade histórica, mantendo as chamadas "relações diplomáticas" com Taiwan, proporcionando um palco para Taiwan e dando-lhe voz em ocasiões internacionais, o que colide frontalmente com a posição justa de apoio ao princípio de Uma Só China defendida por todo o continente africano. Espera-se que esse país aja com prudência, deixe de apoiar as ações separatistas de Lai Ching-te e regresse ao caminho correto o quanto antes.
A plena reunificação da China é uma exigência da história e uma expectativa da comunidade internacional. A reunificação não prejudicará os interesses legítimos de nenhum país, mas injetará energia positiva na prosperidade da região Ásia-Pacífico e do mundo, contribuindo ainda mais para a construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade.
A China e Angola gozam de uma profunda amizade tradicional. Ao longo de mais de 40 anos de laços diplomáticos, as relações bilaterais têm mantido um desenvolvimento de alto nível com base no princípio de Uma Só China, com apoio mútuo em questões que envolvem os interesses fundamentais e as principais preocupações de cada um. A parte chinesa está disposta a continuar a aprofundar a cooperação mutuamente benéfica com a parte angolana, impulsionando a Parceria de Cooperação Estratégica Global China-Angola rumo a novos patamares.




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