ANÁLISE À ECONOMIA DE ANGOLA

Francesa Coface prevê crescimento “modesto” e destaca corrupção e burocracia como pontos fracos

MACROECONOMIA. Nas grandes tendências macroeconómicas de 160 países, Angola surge com saldo orçamental excedentário por causa dos elevados preços do petróleo. Seguradora aponta corrupção, dependência do petróleo, ausência de infra-estruturas e reformas lentas.

Francesa Coface prevê crescimento “modesto” e destaca corrupção e burocracia como pontos fracos

A actividade económica de Angola vai “acelerar modestamente” este ano, por causa do aumento da produção de petróleo. A previsão é da seguradora de crédito francesa Coface, na sua análise macroeconómica ‘Guide Coface des Risques Pays & Sectoriels 2024’. 

A análise, divulgada recentemente, sintetiza as grandes tendências macroeconómicas de 160 países e de 13 sectores. Em relação a Angola, a seguradora destaca, como pontos negativos, a corrupção, o ambiente de negócios “medíocre”, a redução das despesas sociais, o desemprego elevado, “principalmente entre os jovens”, o excesso de burocracia e um ambiente de negócios “pobre”.   

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