“Existem duas velocidades no sistema fiscal angolano”
ANÁLISE. Consultora que assessora empresas chinesas diz que a digitalização liderada pela AGT está a avançar mais rápido do que a preparação de empresários, contabilistas e auditores. E alerta para falhas do sistema que muitas vezes pesam no ‘bolso’ dos empresários.
Existe uma diferença assinalável entre os passos que a Administração Geral Tributária (AGT) tem vindo a dar para o desenvolvimento e consolidação do sistema fiscal e o nível de conhecimento dos restantes players do sector, o que tem causado inúmeros constrangimentos.
É o que defende Teresa Tang, sócia-gerente da empresa Etu Boba, especializada em consultoria e assessoria a empresas chinesas que pretendem instalar-se em África, e algumas que já operam em Angola.
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Não a perdoo, senhora Ministra!