NO MUNICÍPIO DO RANGEL

Comerciantes do mercado dos Congolenses resistem a quebra de 70% das receitas

COMéRCIO. Comerciantes enfrentam escassez de clientes, riscos, desgaste físico e prejuízos que afectam o sustento das suas famílias, apesar da persistência a actividade continua marcada pela insatisfação e riscos a saúde.

Comerciantes do mercado dos Congolenses resistem a quebra de 70% das receitas
Santos Samuesseca

O encerramento do Mercado dos Congolenses, decretado no final de Junho de 2026 pela Administração Municipal do Rangel, gerou uma onda de indignação e resistência entre os comerciantes. Conhecido pela venda de vestuário, componentes electrónicos e reparação de telemóveis, o espaço alimentava a economia informal e garantia o sustento de milhares de famílias. Para não perderem a subsistência, centenas de vendedores ocuparam ruas, passeios e zonas adjacentes, enfrentando a falta de espaço, o acesso difícil e a escassez de clientes. As receitas diárias despencaram de uma média de 300 mil kwanzas para apenas 50 mil.



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