Bancos angolanos aceleram corrida ao Yuan
BANCA. BAI formaliza acesso ao CIPS através do Bank of China, enquanto Standard Bank já processou a primeira operação e BFA prepara adesão. Em África, no final do primeiro semestre, sistema chinês contabilizava mais de uma centena de participantes indirectos.
A decisão do Banco Nacional de Angola (BNA) de autorizar o uso da moeda chinesa, o renminbi (RMB), no cumprimento das reservas obrigatórias em moeda estrangeira, está a produzir efeitos que vão além da simples diversificação das reservas dos bancos. Em poucas semanas, várias instituições angolanas começaram a reforçar as ligações à infra-estrutura financeira chinesa, numa corrida para criar canais de pagamentos e liquidação em yuan.
Esta terça-feira, 8 de Setembro, foi a vez do BAI. A instituição liderada por Luís Filipe Lélis anunciou a assinatura, na China, de um Memorando de Entendimento com o Bank of China, Limited – Luanda Branch, para cooperação no âmbito do Cross-Border Interbank Payment System (CIPS) e dos serviços de compensação em renminbi.
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