Famílias continuam sem confiança e antecipam agravamento da situação económica
A fragilidade financeira das famílias angolanas continua longe de dar sinais de abrandamento. Mais de seis anos depois do início da trajectória negativa, a confiança dos consumidores permanece em terreno desfavorável e as perspectivas para os próximos 12 meses apontam para um novo agravamento.
Os sinais dessa deterioração são claros. Em cada 100 angolanos, apenas 10 admitem a possibilidade de construir ou comprar uma casa nos próximos dois anos. A intenção de adquirir viatura é ainda mais reduzida, limita-se a três em cada 100.
Os dados resultam do Inquérito de Conjuntura ao Consumidor do Instituto Nacional de Estatística (INE), analisados pelo Valor Económico, e revelam um padrão persistente de pessimismo quanto à evolução da economia e das condições de vida.
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