Contribuições de seis das nove gestoras de fundos de pensões afundam
BALANÇO. No global, contribuição das entidades foi de 130,707 mil milhões de kwanzas, um crescimento de 26,27% face aos 109,090 mil milhões de 2023.

As contribuições dos funcionários da Sonangol e da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) salvaram os resultados gerais do conjunto das gestoras de fundos de pensões, no exercício passado. Dados oficiais indicam que, dos nove operadores, seis registaram recuos nas contribuições que quase atiraram os montantes investidos para aposentadoria para os níveis mais reduzidos dos últimos dois anos. Situação explicada, sobretudo, pelo decréscimo acima dos 50% das contribuições da Ensa, Fenix Pensões e Económico Fundos. A Ensa, recentemente alvo de venda de 30% das suas acções, registou a maior queda entre as entidades gestoras, atingindo os 58,38%. As contribuições descarrilaram dos 6,476 mil milhões de kwanzas para os 2,695 mil milhões. Seguidamente, a sua congénere Fenix, pertencente ao público BPC, viu as contribuições baixarem (54,67%) de 4,225 mil milhões para 1,915 mil milhões de kwanzas.
O Económico Fundos, cujo dono é o tecnicamente falido Banco Económico, assinalou queda de 50,14%. A entidade que guarda o dinheiro da reforma dos funcionários da Unitel, do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, decresceu de 9,702 mil milhões para os 4,837 mil milhões nas contribuições.
Entre as restantes entidades gestoras que inscreveram quedas juntam-se a Gestão de Fundos, com diminuição na ordem dos 31,40%, a Global Seguros com 10,09% e a Nossa Seguros, por sinal a mais reduzida, com 1,94%.
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