PRIVATIZAÇÃO. Com a aprovação do prospecto, que dá à luz verde para a venda na bolsa angolana, o banco de origem sul-africana constituiu-se em um activo rentável para o Estado angolano depois de confiscada a participação de São Vicente. Banco acredita que processos judiciais não o afectam financeiramente, mas alerta que informações negativas podem impactar venda da participação controlada pelo IGAPE
Guilherme Francisco
Entende que as relações comerciais entre o Brasil e Angola deveriam merecer um outro tipo de tratamento, à semelhança do que ocorre na cooperação política e cultural. Raimundo Lima, presidente da Câmara de Comércio Brasil-Angola, refere que o comércio entre os dois países enfrenta custos logísticos relevantes e alerta para a necessidade de revisão da lei de terras para que possa atrair investidores brasileiros.
Investimento. Declínio das reservas de petróleo influencia evolução desfavorável do IDE no sector petrolífero. Investimento não petrolífero atinge 667,7 milhões USD, o maior volume captado num único trimestre dos últimos 14 anos.
MERCADO DE CAPITAIS. Empresa entrou com uma cotação de 47 mil kwanzas e, volvidos 30 dias, encolheu mais de 22%. Ataque informático, ocorrido 24 horas antes da estreia, agravou os problemas operacionais e poderá ter afectado a percepção dos investidores.
AVIAÇÃO. O movimento aéreo em Angola mantém uma trajectória descendente, com o número de voos e de passageiros a recuar no segundo trimestre, enquanto a carga transportada pelas aeronaves recuperou. Especialista considera preocupante a aparente mudança de prioridade e não antevê melhorias significativas no sector a curto prazo. Tráfego permanece fortemente concentrado no Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (AIAAN).








“Não temos transformado relações bastante amistosas em uma engenharia de negócios”