Guilherme  Francisco

Guilherme Francisco

Há mais de uma década a reclamar uma dívida de cerca de 70 milhões de dólares, 80% dos quais do Ministério da Juventude e Desportos, Henrique Miguel ‘Riquinho’ tem agora o processo sob a lupa da IGAE, embora Rui Falcão alegue falta de comprovativos.  O empresário fala em esquemas de ‘gasosa’ no Ministério das Finanças e lamenta o facto de a ‘velha guarda’ de empresários ter sido abandonada. 

Apresenta o African Bank of Oman (ABO), em seis meses de operação, como um promotor de investimentos internacionais, sobretudo oriundo do Golfo Pérsico, para Angola, contribuindo para a diversificação da economia. Bruno Faria de Bastos, administrador executivo, explica que o ABO está a criar raízes sustentáveis capazes de suportar uma saída do accionista na estrutura da Catoca e Luele. Anuncia a criação de soluções islâmicas, ainda que sejam atípicas para o sistema financeiro angolano. E repara que a banca angolana se encontra confortável na actividade de tesouraria. 

Aviação. Milhares de kwanzas investidos no sector aeroportuário e na companhia de bandeira não têm tido resultados. País continua longe dos melhores da indústria da aviação no continente, mesmo com parceria com a empresa que opera o melhor aeroporto do mundo.