Guilherme  Francisco

Guilherme Francisco

EMPREGO. Investigadores questionam a metodologia do inquérito e defendem perguntas mais simples para captar actividades informais como zunga, roboteiro ou lavra. Enquanto isso, emprego informal cresceu em 565 mil pessoas no segundo trimestre, contra apenas 43 mil novos empregos formais.

Defende um travão aos monopólios, a práticas abusivas de algumas empresas que minam o ambiente de negócio, assim com se preocupa com a protecção do consumidor. Samuel Gabriel, presidente da Associação dos Direitos da Concorrência e Preços de Angola (Adcopa), prepara uma batalha para acabar com o que considera “mexidas irregulares” dos preços das operadoras de telecomunicações, especialmente a Unitel.

Por um lado, é de opinião que deve existir no mercado um equilíbrio entre a produção nacional e o importado, atendendo a produtos específicos em que o país nunca vai se tornar autossuficiente. Por outro, admite que, ainda não seja do agrado dos retalhistas, é necessário proteger a produção local. Acredita que existem todas as condições para produção de alta qualidade a custos mais baixos. Rui Catalo, CEO da Casa dos Frescos, em entrevista ao Valor Económico, analisa o sector retalhista onde ''todos os dias surgem novos concorrentes'' com preços que causam suspeições de dumping, e os desafios da integração regional.