É de opinião que, para a agricultura ser a base de desenvolvimento, tem de se desenvolver actividade económica nos municípios, e capacitar os empresários angolanos não somente com dinheiro, mas com conhecimento. Fernando Pacheco, engenheiro agrónomo aponta que o sector agrícola não avança porque no país não se adequa o discurso à prática desde os primeiros tempos da independência.
Guilherme Francisco
BANCA. Desempenho dos bancos com origem estrangeira manteve-se crescente em lucro e activo. Entre os mais valiosos, destacam-se os de origem sul-africana e portuguesa.
Considera que as infra-estruturas são um ponto crítico para que a diversificação da economia se efective de forma mais acelerada e acredita que o gás pode ser um ‘trunfo’ para o crescimento económico. Diretor-geral da multinacional Ernst & Young em Angola, explica que as big four são preferidas porque, teoricamente, apresentam melhor trabalho e não elaboram pareceres encomendados ou para continuidade dos contratos.
AMBIENTE DE NEGÓCIOS. Empresários queixam-se de diversas dificuldades, desde as de natureza financeiras, burocracias, excesso de regulamentações estatais a falta de água e energia. Um dos sectores mais afectados é o do turismo, cuja avaliação e expectativa caíram substancialmente.
AVIAÇÃO. Das duas operadoras com voos regulares entre Luanda e Cabinda, apenas a pública recebe subvenção do Governo. Valor coberto tende a subir vertiginosamente. Ministérios das Finanças e dos Transportes ainda não avançaram com a retirada gradual da subvenção, autorizada pelo Presidente da República há cinco meses.








Ghassist sobrevive com aluguer dos equipamentos aos novos operadores e antevê falência