Investimento na Refinaria de Luanda ainda sem efeito na redução das importações
COMBUSTÍVEL. Dados mais recentes indicam que, em 2025, a quantidade de combustível importado aumentou 22%, face ao ano anterior, embora os custos totais das aquisições tenham registado uma redução de cerca de 216 milhões de dólares.
O investimento superior a 235 milhões de dólares no novo complexo da Refinaria de Luanda, inaugurado em 2022, continua sem produzir o impacto esperado na redução da dependência do país em relação à importação de combustíveis.
Os dados mais recentes indicam que, em 2025, a quantidade de combustível importado aumentou 22%, face ao ano anterior, embora os custos totais das aquisições tenham registado uma redução de cerca de 216 milhões de dólares. O Instituto Regulador dos Derivados de Petróleo (IRDP) não esclarece as razões da discrepância entre volume e despesa.
O histórico mostra que, no ano da inauguração do novo complexo, os produtos importados representaram pouco mais de 69% do consumo nacional — a quota mais baixa desde 2022. Em contraste, em 2025, a dependência da importação subiu para 73%, o valor mais elevado do período em análise.
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