AGRICULTURA, COMÉRCIO E INDÚSTRIA ENTRE OS MAIS AFECTADOS

O 'submundo' do emprego precário: altas cargas laborais, salários abaixo dos mínimos e ameaças diárias de despedimentos...

TRABALHO. Diversos relatos ao Valor Económico apontam violações graves e sistemáticas à lei laboral e inclusivamente à Constituição por parte de entidades empregadoras, tendo em conta que não raras vezes são postos em causa direitos fundamentais. Empregadores falam em situação “crítica” das empresas.

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Mário Mujetes

O alarmante nível de desemprego, em Angola, tem levado jovens e não só, diariamente, à procura de uma ocupação remunerada, realidade observada diariamente nos centros comerciais que vão surgindo sobretudo em diferentes pontos de Luanda e nas zonas industriais de Luanda e Icolo e Bengo, que se encontram a operar essencialmente com investimento estrangeiro.

Todos os dias, angolanos de várias regiões do país procuram o centro económico do país para concretizar o sonho de um emprego, muitas vezes sem se importarem com as precárias condições de trabalho a que ficam sujeitos. Diversos relatos ao Valor Económico apontam violações graves e sistemáticas à lei laboral e inclusivamente à Constituição por parte de entidades empregadoras, tendo em conta que não raras vezes são postos em causa direitos fundamentais. Quem reclama arrisca-se a ser substituído na função ou mesmo o despedimento, ameaças a que entidades empregadoras recorrem frequentemente, com o conforto de que têm muitos à porta das indústrias à procura de uma mesma oportunidade.


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