Os ‘fazem tudo’, uma das mil formas de driblar o desemprego em Luanda
OFÍCIOS. Não se deixaram cair na onda do desemprego e acabam por contorná-la com a prestação de serviços em residências, desde a troca de lâmpadas, recolha de lixo, transporte de sacos a limpeza de fossas sépticas. Pagamentos podem ser diários ou mensais.
São angolanos adolescentes e adultos que se dedicam a pequenos trabalhos na informalidade, como a limpeza, recolha de lixo, organização e manutenção de residências e edifícios, jardinagem e compras de bens diversos. É possível encontrá-los nas zonas urbanas, onde habitualmente há residentes com mais condições financeiras.
Na panóplia de serviços prestados inclui-se a lavagem de viaturas, o acompanhamento de crianças à creche ou escola ou até trocar lâmpadas em residências. Alguns preferem pagamentos diários que começam a partir dos mil kwanzas, enquanto outros optam pelos mensais que podem chegar aos 40 mil. O trabalho é de segunda a sábado, mas, em situações excepcionais, também aos domingos, quando os habituais clientes solicitam.
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