Produção petrolífera recua 8,5% desde a saída de Angola da OPEP
BALANÇO. Em Dezembro de 2023, Angola anunciou a sua saída voluntária da OPEP, organização que integrava desde 2006. Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, justificou a decisão, na altura, com a necessidade de proteger o interesse nacional.
Angola produziu 377,5 milhões de barris de petróleo em 2025, correspondentes a uma média diária de 1,034 milhões de barris, dos quais 357,10 milhões foram exportados, gerando receitas na ordem dos 24 mil milhões de dólares.
Os números confirmam uma queda de 8,49%, face à produção de 2024, ano que coincidiu com a decisão do país de abandonar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
A 21 de Dezembro de 2023, Angola anunciou a sua saída voluntária da OPEP, organização que integrava desde 2006. Na altura, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, justificou a decisão com a necessidade de proteger os interesses nacionais, sublinhando que o país não beneficiava da permanência numa organização que impunha limites à sua ambição produtiva.
O ponto central da divergência residia na quota de produção. Para 2024, a OPEP fixara a média diária de Angola em 1,110 milhões de barris, enquanto o Governo defendia uma produção de 1,180 milhões de barris/dia. O país acabou por encerrar 2024 com uma produção total de 412 milhões de barris, equivalente a uma média diária de cerca de 1,12 milhões de barris, cerca de 200 mil barris acima da quota diária definida pela organização.
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