A economia angolana encontra-se num momento de transição estrutural. O petróleo, que durante décadas sustentou o crescimento económico, as receitas fiscais e o financiamento do Estado, entra num ciclo de declínio gradual mas persistente. Este facto redefine as prioridades macroeconómicas do país e impõe a diversificação como imperativo estratégico, não apenas como opção de política pública.







2026: GOVERNAR PARA A FELICIDADE OU PARA O PODER?