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A companhia aérea Sonair vai suspender, a partir de 1 de Março, os dois voos comerciais da rota Luanda/Malanje e vice-versa, por falta de passageiros.

AVIÃO DA SONAIR

A medida foi tomada devido à fraca procura que se regista nos últimos meses, resultante da melhoria da estrada nacional 230 que liga Malanje/Kwanza-Norte/Luanda, o que não justifica a continuidade desta rota, afirmou o responsável da Agência de Viagens "Guilhermina" e parceira da Sonair, Paulino Chicama Eduardo.

“A permanência dos voos a Malanje era insustentável, pois com a redução do preço do bilhete de ida a 19.500 kwanzas, contra os anteriores 23. 200 kwanzas, a transportadora não consegue sequer cobrir a metade dos 18 lugares da aeronave do tipo Beechcraft-1900”, lamentou.

Com 18 lugares, a aeronave transporta na ligação entre Malanje e Luanda menos de oito passageiros, havendo dias em que os voos regressam vazios a Luanda.

O governo de Malanje, lamenta tal situação e augura melhorias neste sentido, para que o mais breve possível a companhia volte a operar na região.

A Sonair começou a realizar voos para Malanje em Dezembro de 2017. Até então, era a única transportadora aérea que operava na província.

A mina do Lulo, integrada no complexo mineiro do Lucapa explorada em parceria com a Empresa Nacional de Diamantes (Endiama), tem sido "prolífica" nas "pedras especiais" (superiores a 10,8 quilates), escreve a empresa australiana, salientando ter encontrado ao mesmo tempo uma outra gema, rosada, de 7,5 quilates.

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A Lucapa Diamonds, que não adianta a data em que foram encontrados, lembra que as duas pedras foram recuperadas dias depois de Angola ter realizado, no final de Janeiro, um leilão de diamantes de grande qualidade oriundos também da mesma mina e que renderam 16,7 milhões de dólares (14,5 milhões de euros), obtendo um "preço excepcional" de 33,53 dólares por quilate.

Os sete diamantes – de 114,94, 85,24, 75,62, 70,08, 62,05, 46,17 e 43,25 quilates – são todos oriundos da Sociedade Mineira do Lulo, na Lunda-Norte, zona que aparenta possuir um grande potencial para novas pedras especiai

Luanda acolhe hoje, 20, a primeira reunião do Observatório de Investimentos Portugal-Angola e Angola-Portugal, que contará com a presença do secretário de Estado da Economia, João Neves.

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No âmbito da visita a Luanda, que se prolonga até quinta-feira, o governante português vai encontrar-se hoje com o homólogo angolano, Sérgio Sousa Santos, no quadro da reunião de estreia do observatório.

A realização desta reunião do observatório de investimentos bilaterais ficou definida na semana passada, na sequência da visita de 24 horas a Luanda do chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva, e é fruto de um acordo no quadro do apoio de Portugal à diversificação da economia angolana.

No encontro de hoje, que decorrerá no Ministério das Finanças, os dois governantes irão apreciar a proposta de plano de acção do Observatório para 2018 e respectivo cronograma de actividades, em que se inclui a aprovação da matriz de acompanhamento dos investimentos, entre outros temas.

50 Milhões de dólares é o montante a ser aplicado pelo Governo na execução do projecto de construção do novo sistema de abastecimento de água potável na cidade de Ndalatando, no Kwanza-Norte.

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A informação foi avançada pelo director nacional das águas, Lucrécio Costa no final da visita ao município do Lucala, onde radiografou as condições e o local onde será edificada a referida infra-estrutura.

O projecto está inscrito no Programa de Investimentos Público (PIP) do Ministério de Energia e Águas para o ano 2019, cuja execução da obra será co-financiada pelo Banco Mundial.

O Fundo de Exportação de Capitais do Governo britânico dispõe de 700 milhões de dólares norte-americanos para investir em vários domínios em Angola, disse hoje, em Luanda, o presidente da Câmara de Comércio Angola-Reino Unido, Bráulio de Brito.

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O responsável falava à imprensa, à margem de um encontro entre empresários angolanos e membros da missão empresarial do Reino Unido que se encontra desde segunda-feira em Luanda, sobre a necessidade de investimento no país.

Convidou os empresários britânicos a investirem em Angola, nos domínios comercial, hotelaria e turismo, educação, recursos minerais, agricultura, transporte, infra-estrutura, entre outros.

Por seu turno, a embaixadora britânica acreditada em Angola, Jessica Hand, disse que o Reino Unido está completamente engajado em apoiar o desenvolvimento económico de Angola e a política governamental de diversificação da sua economia.

Os empresários britânicos, que se encontram em Angola, fazem parte da “Invest Africa”, a principal organização britânica focada no apoio comercial e na elaboração de estratégias de investimentos dirigidas a líderes de negócios, investidores e empreendedores.

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