USO PASSA A SER APENAS PARA ALGODÃO E RICINO

Angola cede aos transgénicos, mas trava sementes de culturas alimentares

15 Apr. 2026 Economia / Política

PRODUÇÃO. Especialistas defendem que Angola esteve “mal” e continua a “estar no caminho errado”, ao não estender a um maior número de culturas que dariam um ‘upgrade’ na disponibilização de alimentos às populações. Eventual risco para a saúde deixa estudiosos em lados opostos.

Angola cede aos transgénicos,  mas trava sementes  de culturas alimentares

O tema da importação de sementes ou grãos geneticamente modificados, vulgarmente conhecidos como OGM (Organismos Geneticamente Modificados), voltou a estar em debate nos últimos dias em Angola. Isto deveu-se à aprovação de alterações ao Decreto n.º 92/04, de 14 de dezembro, que proibia a importação destas sementes. Angola abriu uma "excepção" ao permitir a entrada e uso de sementes OGM, restringindo-as, no entanto, às culturas de algodão e rícino. O uso para fins de produção de óleo alimentar permanece excluído, enquanto a escolha dos dois produtos é criticada por produtores.  

Vários especialistas defendem que Angola esteve "mal" e continua a "seguir o caminho errado" ao não estender esta abertura a outros produtos, fundamentalmente ao milho e à soja. Por outro lado, há quem defenda que o país deve manter a trajectória actual, de forma a proteger o "ambiente e a biodiversidade".

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