João Lourenço assume controlo total sobre as chefias e exige autorização direta para viagens ao estrangeiro
O Presidente da República passa a fiscalizar a agenda dos altos cargos do Estado. Todos os titulares de funções políticas, de direcção, comando e chefia nas áreas da Defesa e Ordem Interna ficam impedidos de comparecer a eventos não programados sem o aval do chefe de Estado.
A medida vem expressa num despacho assinado por João Lourenço e aplica-se à participação em cimeiras, fóruns, workshops, reuniões e eventos de natureza científica, festiva, comemorativa ou empresarial organizados ou promovidos por Estados, organizações continentais e regionais, bem como por entidades estrangeiras públicas ou privadas.
O documento abrange responsáveis do Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, do Ministério do Interior, dos Órgãos de Justiça Militar, das Forças Armadas Angolanas (FAA), da Polícia Nacional e dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado.
João Lourenço excluiu as deslocações em gozo de férias ou por razões de saúde, desde que respeitem os regulamentos e procedimentos internos das respectivas instituições.








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