Apesar da riqueza em recursos naturais, País é vulnerável aos impactos climáticos
Ambiente. Angola destacou a submissão da sua Contribuição Nacionalmente Determinada, a NDC 3.0, bem como a aprovação do primeiro Plano Nacional de Adaptação, com vigência de 2025 a 2035, estimado em mais de mil milhões de dólares, visando reforçar infra-estruturas e proteger comunidades contra secas, cheias e incêndios florestais.
A ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho, considerou que, apesar de ser rico em recursos naturais, Angola é vulnerável aos impactos climáticos, que já afectam sectores como como agricultura, recursos hídricos, energia e as populações.
Falando durante a “Reunião de Emergência de Líderes sobre Adaptação e Desenvolvimento em África”, promovida pelo Comité Africano de Chefes de Estado e de Governo sobre Mudanças Climáticas, a COHOSCC, a governante defendeu ainda a necessidade de um financiamento previsível, acessível e justo, apelando a mais donativos e menos empréstimos para África, e em representação presidente João Lourenço, Ana Paula de Carvalho considerou ainda a necessidade de reforçar de cooperação “Sul-Sul” no continente e da solidariedade entre os países
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