O ano de 2026 impõe à Justiça Angolana um momento de verdade. Depois de sucessivas reformas legislativas, investimentos institucionais e discursos políticos de modernização, permanece a questão essencial: até que ponto a Justiça está, de facto, a responder às exigências de um Estado Democrático de Direito funcional, credível e acessível ao cidadão e ao investidor?







“Ainda não se acredita profunda e sinceramente nos nacionais, como se devia”