TARIFA ZERO TESTA BUROCRACIA ANGOLANA, DEPOIS DO AGOA

Angola responde com silêncio à abertura do mercado chinês às exportações

COOPERAÇÃO. Angola revela dificuldades em transformar a abertura do mercado chinês às exportações africanas em oportunidades concretas. Contactos diplomáticos sem resposta impedem assinatura de protocolos fitossanitários. Cenário evidencia fragilidades estruturais já antes expostas no aproveitamento de regimes preferenciais como o AGOA.

Angola responde com silêncio à abertura do mercado chinês às exportações
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As autoridades diplomáticas da China em Angola admitem desconforto com a ausência de resposta do Governo angolano às iniciativas lançadas por Pequim para incentivar exportações angolanas, ao abrigo da nova política chinesa de tarifa zero para produtos africanos.

A medida, em vigor desde 1 de Maio, passou a abranger 100% das linhas pautais da China, cerca de 8 mil categorias tarifárias, alargando um regime que inicialmente cobria aproximadamente 94% dos códigos aduaneiros chineses. A iniciativa permite a entrada sem tarifas de produtos provenientes de países africanos com relações diplomáticas com Pequim, desde que sejam cumpridos requisitos fitossanitários e de origem.



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