Defende que “não havia necessidade” de se criar a empresa Airport Temporary Operator (ATO) e nem de se contratar uma terceira empresa para a gestão do aeroporto. Ceita acrescenta que a que “ganhou, provavelmente, não será uma empresa de grande envergadura”.
César Silveira
Editor Executivo do Valor EconómicoO desfecho do processo de candidaturas para a liderança da OMA coloca João Lourenço perante um dilema político incontornável: foi desautorizado pela própria organização feminina do MPLA ou foi cúmplice de um processo que contrariou, desde o início, a promessa pública de multicandidaturas?
Entende que o ambiente de negócios “devia estar melhor” e que, em relação ao “sector produtivo”, deveria haver um maior foco em coisas que viessem a gerar resultados mais práticos. Questiona a tendência crescente da importação do milho e coloca João Lourenço entre as referências do agronegócio no país.
DÍVIDA. Contrariamente ao discurso de uma maior aposta em acordos com as instituições financeiras multilaterais, soluções comerciais foram as que mais se destacaram nos acordos autorizados pelo Presidente da República.
2026: GOVERNAR PARA A FELICIDADE OU PARA O PODER?
Ao afirmar, no discurso de fim de ano, que todas as decisões do Executivo foram tomadas a pensar na felicidade dos angolanos, o Presidente da República fez uma declaração, simultaneamente, confortável e frágil. Confortável porque soa bem; frágil porque não resiste a um confronto sério com a realidade social, económica e institucional do país.








“O Aeroporto poderia ser gerido pela empresa que assumiu parte considerável da...