O MÍNIMO QUE SE ESPERA DO PRESIDENTE
O regresso do Presidente João Lourenço, após uma ausência prolongada do país, encerra um período marcado por especulações sobre o seu estado de saúde.
O regresso do Presidente João Lourenço, após uma ausência prolongada do país, encerra um período marcado por especulações sobre o seu estado de saúde.
É inevitável, nesta altura, voltar a colocar a fragilidade do sistema nacional de saúde entre os temas de maior destaque do debate público. A combinação entre as informações sobre a ausência do Presidente da República, João Lourenço, do país, na sequência da sua deslocação ao Brasil por motivos de carácter privado, e as recentes declarações da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, recolocam no centro da discussão uma das maiores fragilidades da governação.
Política. Documento distribuído a decisores norte-americanos defende que os Estados Unidos devem intensificar o relacionamento com o maior partido da oposição antes das eleições de 2027, argumentando que uma Angola governada pela Unita seria um parceiro mais fiável do Ocidente e menos vulnerável à influência da Rússia e da China.
PETRÓLEO. Encargos com juros de mora aumentaram 38% em 2025, para 212,8 mil milhões de kwanzas. Embora os atrasos nos pagamentos a fornecedores de combustíveis continuem a representar a maior fatia destes custos, foi o atraso na liquidação dos fundos solicitados pelos operadores dos blocos petrolíferos (cash calls) que mais contribuiu para o agravamento da factura.
Pelo que tudo indica, a privatização de 15% da Unitel encontra-se em uma fase decisiva. Os detalhes da Oferta Pública de Venda (OPV) devem ser conhecidos, oficialmente, dentro de dias. Mais do que um passo no Programa de Privatizações (PROPRIV), a operação pode representar um importante impulso para o mercado de capitais angolano, assim como alargar as oportunidades de investimento, embora com muitas suspeições ainda.





MINFIN deixa de validar ordens de saque: Ecodima fala em asfixia no...