AVALIAÇÃO DO REGRESSO À LISTA CINZENTA EM 2024

Angola só resolveu uma das seis fragilidades apontadas pelo GAFI

Transparência. Organismo internacional só retirou das exigências a “necessidade de o país aprofundar o conhecimento dos riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo”, mantendo as outras cinco. Apesar da redução, país está sujeito a mais recomendações do que aquelas que lhe foram impostas em Junho de 2010, quando entrou pela primeira vez na lista cinzenta do GAFI.

Angola só resolveu uma das seis fragilidades apontadas pelo GAFI
Mário Mujetes

Angola só conseguiu cumprir uma das seis obrigações impostas pelo Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) em Outubro de 2024, quando o organismo voltou a incluir o país na sua lista cinzenta.

Este mês, o GAFI divulgou os resultados da quinta avaliação de acompanhamento realizada desde o regresso de Angola à lista cinzenta. As quatro avaliações anteriores — três em 2025 e uma em Fevereiro deste ano — concluíram que não havia progressos a assinalar. Agora, a organização mantém Angola entre as jurisdições sob monitorização reforçada, mas retirou da lista de exigências a necessidade de o país aprofundar o conhecimento dos riscos de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.



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