RELATOS DE QUEM FOI VÍTIMA DE ESQUEMAS

Burlas e extorsão marcam o mercado de intermediação em Luanda

Habitação. Arrendatários denunciam esquemas de burla, falta de transparência e cobranças abusivas por parte de intermediários informais.

Burlas e extorsão marcam o mercado de intermediação em Luanda
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A crescente presença de intermediários no mercado imobiliário transformou a busca por moradia numa jornada de exploração. Quem procura casa hoje em Luanda enfrenta não apenas rendas elevadas, mas um esquema de taxas paralelas: além da renda, exige-se o pagamento de uma comissão (geralmente equivalente a um mês de aluguer) e taxas de visita que variam entre 3.000 e 5.000 kwanzas, dependendo da localização.

O cenário é de vulnerabilidade total para o inquilino, que muitas vezes é obrigado a pagar comissões que chegam a 30% do valor do contrato, sem qualquer formalização legal. As burlas são outro ingrediente deste novo ofício. Quem o sentiu na pele foi Teresa Amadeu que perdeu 360 mil kwanzas (referentes a 6 meses de renda) ao pagar por uma casa que já estava ocupada.


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