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Eleições 2022

MPLA promete melhorias para o país e resolução de muitos problemas de Luanda

23 Jul. 2022 Economia / Política

O líder do MPLA, João Lourenço, lançou este sábado a campanha eleitoral, em Luanda, com várias promessas de melhorias para o país, com destaque para a capital no sector dos transportes e saúde.

MPLA promete melhorias para o país e resolução de muitos problemas de Luanda

O MPLA, partido no poder há 47 anos, num discurso de mais de duas horas para uma grade moldura humana, falou de novos projectos e da continuidade de outros, iniciados nos últimos cinco anos do seu mandato.

“O número oito veio para marcar golos”, disse João Lourenço, referindo-se ao número da posição do MPLA no boletim de votos, prometendo correr o país durante a campanha. João Lourenço disse que Luanda foi a província escolhida para o arranque oficial da campanha eleitoral, que se vai prolongar nos próximos 30 dias, por ser o maior centro urbano do país e consequentemente a maior praça política de Angola, realçando que a capital tem uma população que é superior a de muitos países na Europa, África e outras partes do mundo. Com preocupação para projectos sociais, o líder do MPLA e cabeça de lista de candidatos do partido às eleições admitiu que Luanda, com cerca de dez milhões de habitantes tem “muitos problemas por resolver, o que é absolutamente normal”. 

“Mas nós não nos estamos a lamentar por isso, por termos muitos problemas a resolver nesta grande cidade de Luanda, antes pelo contrário, quando aceitamos o desafio em 2017 aceitamos enfrentar todos os problemas que afectam a vida dos nossos cidadãos, não importa em que cidade, em que vila, em que aldeia vivam”, disse.

 Para a capital, João Lourenço prometeu resolver problemas de mobilidade, do saneamento básico, de saúde, energia, água, educação, entre outros.

Segundo o candidato do MPLA, vai ser aumentado o número de autocarros públicos, juntando aos mais de 800 meios outros cerca de 700, “muito em breve”, sublinhando que o número continua insuficiente, por isso é preciso introduzir outros módulos de transporte.

                                                                                                                                 Lusa