Angola alarga rede aérea, mas continua dependente de rotas de baixa procura
AVIAÇÃO. País aumentou em 30% o número de rotas na última década, mas apresenta maior dependência de ligações de baixa densidade do que a Nigéria e a África do Sul, segundo dados da IATA.
Angola registou uma expansão da sua rede de transporte aéreo na última década, mas continua dependente de um elevado número de ligações com reduzido volume de passageiros, uma realidade que pode comprometer a sustentabilidade de parte da conectividade doméstica e regional.
De acordo com relatório ‘Regional Air Connectivity in Angola’, da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), o número de rotas regulares operadas no país aumentou de 66 em 2015 para 86 em 2025, o que representa um crescimento de cerca de 30%. O país conta actualmente com 14 aeroportos servidos por voos regulares e 13 companhias aéreas em operação.
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