PAÍS NÃO DESISTE DO ‘SONHO’ DE MAIOR PRODUTOR

Angola encaixa menos 2,701 milhões USD com a venda de diamantes

INDÚSTRIA EXTRACTIVA. Preço dos diamantes vendidos por Angola caiu 10,3% diante da dificuldade de comercialização nos mercados internacionais desencadeada pela tendência do crescimento e opção dos diamantes laboratoriais. Há altos volumes em stocks, mesmo assim o país quer tornar-se no maior produtor mundial.

Angola encaixa menos 2,701 milhões USD com a venda de diamantes

O cenário de perdas no sector dos diamantes persiste. Pelo segundo ano consecutivo, as receitas caem, apesar do aumento das pedras comercializadas. Em causa está, a redução de cerca de 10,3% do preço médio de comercialização que se fixou em 142,94 dólares, e tudo por culpa do diamante sintético, segundo o secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Corrêa Victor.

O volume de pedras brutas comercializadas passou dos 9,396 milhões de quilates para os 10,401 milhões de quilates, ou seja mais 10,7%, mas a receita bruta decresceu 2,95% para 1,486 mil milhões de dólares e impactou na arrecadação directa do Estado. Foram para os cofres públicos menos 2,701 milhões de dólares comparativamente aos 114,765 milhões de dólares arrecadados em 2023. Ou seja, o Estado arrecadou 112,063 milhões de dólares. 

Para a Sodiam, segundo refere no relatório do exercício de 2024, se “as condições do mercado fossem favoráveis, e não tivesse havido paralisação das vendas das Sociedades Mineiras do Catoca e Luele para constituição de stocks, a receita fiscal seria bem melhor”.

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