Sindicatos de Luanda prometem marchar contra “injustiças” na Angola Telecom
REIVINDICAÇÃO. Sindicalistas denunciam persistência de “perseguições”, apesar do acordo que pôs fim à paralisação de três meses no ano passado. Há colaboradores que continuam em casa e há quem continue sem salários, além de outros alegados “subterfúgios” que visam despedimentos. Empresa responde que não haverá despedimentos e que quem toma decisões não é o sindicato.

Cerca de 27 sindicatos dos diversos ramos da actividade económica que compõem a União dos Sindicatos de Luanda (USL) prometem sair à rua, na primeira quinzena de Março próximo, para marchar contra o que consideram “acções de injustiça” da direcção da Angola Telecom contra os trabalhadores que participaram da greve que paralisou a empresa em 2022.
Apesar de a direcção da empresa e o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Telecomunicações e Afins de Luanda terem chegado a um acordo que pós fim à greve que decorreu entre 21 de Junho e 30 Setembro de 2022, os trabalhadores mantêm as queixas de “perseguições” por parte da gestão contra os participantes da greve. E exemplificam com o facto de 11 trabalhadores terem visto os seus nomes na “lista vermelha” para rescisão dos contratos, o que não aconteceu “por advocacia do sindicato”, entretanto quatro destes continuam sem salários e dois estão em casa.
Para ler o artigo completo no Jornal em PDF, faça já a sua assinatura, clicando em ‘Assine já’ no canto superior direito deste site.
Governo recua e desiste de proibir importação de produtos de origem animal