O Ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguens, declarou que actualmente já se pode afirmar que o processo de diversificação económica em Angola está “efectivamente em curso e a produzir resultados concretos”.
Isabel Dinis
O presidente da Federação Nacional das Cooperativas Pecuárias de Angola (Fenacoopa), Salvador Rodrigues, saudou a medida do Governo que obriga os operadores económicos a adquirirem um mínimo de 20% de cinco produtos, entre os quais a carne suína, aos produtores nacionais para obterem a licença de importação. No entanto, alertou para a falta de organização logística para que os produtores consigam responder às exigências do mercado, apontando, como exemplo, a escassez de matadouros.
O Ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, voltou a reafirmar que a agricultura se tornou o maior contribuinte para o Produto Interno Bruto (PIB) de Angola, com uma participação de cerca de 25%, ultrapassando o petróleo, que recuou para menos de 15% da estrutura produtiva nacional.
O presidente do conselho de administração da TAAG, Clóvis Rosa afirmou, hoje, que a TAAG é um ativo ‘estratégico’ de Angola e que nem todos os países conseguem “desenvolver e consolidar” uma companhia aérea de bandeira com capacidade operacional além-fronteiras, pelo que Angola escolheu continuar a investir na companhia.
A TAAG voltou a registar resultados negativos avaliado em 146,6 milhões de dólares no ano passado, anunciou hoje o presidente do conselho de administração da companhia, que prevê que 2026 será o ano da “grande viragem”.







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