Fome extrema recua, mas sete em cada 10 angolanos vivem em insegurança alimentar
ALIMENTO. Dados mostram a insegurança alimentar severa a baixar para 11,7%, mas a moderada a ganhar peso e a tornar-se dominante, num contexto em que a maior parte da população continua a viver com dificuldades no acesso regular a alimentos.
Em 2025, a proporção da população em situação de insegurança alimentar moderada ou severa — indicador que agrega ambos os níveis — fixou-se em 70,9%, abaixo dos 77,4% registados em 2023, o que representa uma redução de 6,5 pontos percentuais, segundo o relatório da Escala de Experiência de Insegurança Alimentar (FIES), do Instituto Nacional de Estatística (INE), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Quando analisados separadamente, os dados mostram uma evolução desigual: a insegurança alimentar severa diminuiu 6,9 pontos percentuais, enquanto a moderada aumentou 6,6 pontos. Na prática, há menos casos de fome extrema, mas cresce o número de pessoas com dificuldades em garantir uma alimentação adequada.
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