Onélio  Santiago

Onélio Santiago

LITERATURA. Em meio ao corre-corre do lançamento de mais um livro, o escritor Roderick Nehone não deixou de explicar ao VALOR por que razão não concorda que a literatura angolana esteja a decair. E como entende ser “cada vez maior o nível de instrução e de cultura da nossa população”.

EXPLICAÇÕES. Com esperança de evoluir para colégios ou escolas comparticipadas, há espaços de explicações de Luanda a somar sucessos. Da mangueira e de salas de chapa, há quem tenha evoluído ao ponto de ‘facturar’ 300 mil kwanzas num mês. Não faltam também os que optaram por ‘zungar’ conhecimento porta a porta.

LIVROS ESCOLARES. O país conta, desde a semana passada, com uma gráfica de produção de braille e material específico. Situada em Luanda, a unidade vai dedicar-se também à manutenção de equipamentos usados no ensino especial.

CULTURA. Houve quem criticasse a abertura do Museu da Moeda por “não ser prioritária”. Ainda assim, passados três meses, o volume de procura obrigou à suspensão das visitas em grupo. Sem pagar nada, quem quiser aprender a história da moeda angolana só precisa de lá ir entre terça-feira e sábado, das 9 às 15 horas.

RESTAURAÇÃO. Um pouco por toda a cidade, existem casas e quintais a ‘substituir’ os restaurantes formais. Com preços a variar entre os mil e quatro mil kwanzas, há de quase tudo nestes locais: desde pratos nacionais a internacionais, até a possibilidade de se fazer ‘kilapis’ na comida.