Governador do BNA assegura que Angola está preparada contra instabilidade no Médio Oriente e prevê impacto “limitados”
O Governador do Banco Nacional de Angola (BNA) assegurou que o país está “melhor” preparado para enfrentar os impactos adversos decorrentes da instabilidade geopolítica no Médio Oriente. Tiago Dias admite que haverá repercussões para a economia nacional, mas garante que estas serão “limitadas”.
A informação foi avançada à RNA pelo Governador do BNA, no final das reuniões de primavera do Grupo Banco Mundial e FMI.
De acordo com o Governador do BNA, as reservas internacionais líquidas acumuladas ao longo dos últimos anos serão fundamentais para ajudar Angola a atravessar esta fase “adversa”.
“Pensamos que as reservas que acumulámos nos últimos anos nos hão de ajudar a resistir a esta fase adversa da economia mundial. Na nossa perspetiva, e de acordo com a informação recolhida, prevemos que haverá impactos, mas que estes serão limitados”.
Tiago Dias mantém ainda que o país prevê a médio prazo o alcance da inflação de um dígito e numa trajectoria descendente.
“Para o ano de 2026, prevemos continuar com a trajectória descendente da inflação. Os resultados são encorajadores, pelo menos os alcançados até ao mês de Março. O nosso objectivo para 2026 era uma inflação de 13,5% e até Março, a inflação situou-se nos 12,4%”.









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