MERCADO. Quase 300 funcionários vão para o desemprego. Dono do espaço acusa ambiente de negócios e sistema judicial de ditarem o fim do projecto. Funcionários já sabem da decisão.
Isabel Dinis
O presidente do Conselho de Administração do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Cláudio Pinheiro, descartou qualquer “complexidade” ou “risco” no financiamento às empresas vandalizadas e pilhadas durante as manifestações dos taxistas em Luanda.
Oito empresas já formalizaram junto ao Banco de Poupança e Crédito (BPC) a solicitação de crédito para a reparação de danos causados durante os protestos recentes em várias províncias, entre 28 e 30 de julho.
O Governo disponibilizou uma linha de financiamento no valor de 50 mil milhões de kwanzas (54,6 milhões de dólares) para apoiar empresas atingidas nos actos de vandalismo e pilhagem, durante as manifestações de taxistas em Luanda.
O Presidente da República considerou os tumultos protagonizados durante a greve dos taxistas em Luanda uma "barbárie" e entende que foram "actos premeditados". De acordo com o chefe de Estado os actos foram protagonizados por cidadãos "irresponsáveis, manipulados por organizações antipatriotas nacionais e estrangeiras através das redes sociais".








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