Comércio nocturno resiste à pressão dos fiscais
COMÉRCIO. Comerciantes enfrentam a pressão de fiscais, riscos de assaltos e desgaste físico para garantir o sustento das famílias. Apesar de ser considerada rentável, actividade continua marcada pela informalidade, insegurança e riscos para a saúde.
A venda de comida durante a noite em Luanda movimenta uma vibrante economia informal e garante o sustento de centenas de famílias. Em várias zonas da capital, as bermas das estradas, mercados e paragens de táxi transformam-se, ao cair da noite, em pequenos pontos de venda de refeições rápidas e quentes sobretudo a trabalhadores, taxistas e simplesmente pessoas que circulam até altas horas.
À medida que o sol se põe, mulheres e jovens empreendedores montam fogareiros a carvão, mesas improvisadas e pequenas vitrinas iluminadas por lâmpadas a bateria ou pela luz dos telemóveis. O negócio, embora informal, apresenta uma capacidade de facturação que surpreende. Algumas comerciantes dizem conseguir entre 50 mil e 200 mil kwanzas por dia, dependendo do local e do movimento de clientes.
Para ler o artigo completo no Jornal em PDF, faça já a sua assinatura, clicando em 'Assine já' no canto superior direito deste site.








PR autoriza ajuste directo de 25 milhões de dólares para estádio no...