A “pouca sensibilidade” em relação ao sector cafeícola em Angola está a sufocar os produtores e a inviabilizar o acesso ao crédito bancário. O alerta é do presidente da Associação Nacional do Café, Cacau e Palmar de Angola, João Ferreira.
Leonel Zamba
O ex-director da Cobalt Angola, António Vieira, defende um maior aproveitamento e distribuição dos excedentes do petróleo, face às constantes subidas do produto no mercado internacional, a fim de “melhorar a vida dos funcionários, dos sectores, da saúde e da educação, por serem os mais precários”.
Os subsectores da agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca continuam a captar uma fatia marginal do financiamento bancário. Em Junho deste ano, estas actividades beneficiaram de apenas 298 mil milhões de kwanzas, o que representa escassos 15,2% do stock de crédito canalizado ao sector real da economia.
O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel Tiago Dias, antevê uma desaceleração da taxa de inflação para os 8,6% no segundo semestre deste ano. Segundo o responsável, esta tendência deverá abrandar a perda do poder de compra das famílias.
A Feira Internacional de Luanda (FILDA) tem aumentado consideravelmente o rendimento diário dos jovens engraxadores da capital. Habituados a arrecadar entre 3 mil e 5 mil kwanzas por dia, estes trabalhadores informais viram os seus ganhos disparar para valores entre os 14 mil e os 37 mil kwanzas diários graças ao evento, apurou o Valor Económico no local.








“Não temos transformado relações bastante amistosas em uma engenharia de negócios”