O drama da caixa térmica
Diz o povo, na sua infinita sabedoria, que “em panela que muito se mexe, ou queima o fundo ou salta a tampa”. Pois bem, no nosso quintal político, foi a tampa da caixa térmica a saltar.
Diz o povo, na sua infinita sabedoria, que “em panela que muito se mexe, ou queima o fundo ou salta a tampa”. Pois bem, no nosso quintal político, foi a tampa da caixa térmica a saltar.
Bem-vindos ao Dias Andados, numa semana em que as redes sociais ferveram. Ao que tudo indica, a vinda do papa não serviu para aquietar os nossos iníquos corações… Foi um "disse-me-disse" tal, que até os menos curiosos pararam para tentar perceber o tamanho do alvoroço.
Hoje abrimos a resenha semanal com a devida vénia ao Altíssimo, para quem ainda tem fé, claro, porque Luanda foi abençoada pela visita do Papa Leão XIV.
Há dias em que o peso do que se sente não cabe na ponta da caneta. É um sentimento difícil de traduzir. Uma mistura de luto, cansaço e aquela amarga lucidez de que andamos aqui semana após semana, mês após mês e ano após ano a falar para as paredes.
Enquanto o mundo assiste, com expectativa e curiosidade, ao ensaio do regresso do homem à Lua, por cá ensaiamos algo muito mais radical: a transformação do homem em anfíbio. Esta semana, Luanda e Benguela decidiram transformar-se na versão africana de Veneza, mas sem as gôndolas românticas e com muito mais lixo a boiar.




TAAG é a companhia mais ineficiente do mundo na utilização dos aviões