UNITA E MPLA, DUAS FORMAS DE “DEMOCRACIA” INTERNA
A recente apresentação da pré-candidatura de Sakaita Savimbi à liderança da Unita e o aparecimento quase simultâneo de uma lista com cerca de 700 militantes, subscrevendo uma moção de apoio a Adalberto Costa Júnior reacenderam o debate sobre a democracia interna nos partidos angolanos. Surgiram vozes a acusar a Unita de estar a seguir o mesmo caminho do MPLA — de transformar a escolha do líder num processo controlado, em que a lealdade se sobrepõe ao pluralismo e a crítica interna é vista como ameaça.







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