Geralda Embaló

Geralda Embaló

Directora-geral adjunta do Valor Económico

Seja bem-vindo querido leitor a este seu espaço onde perguntar não ofende, depois de uma semana que foi marcada pelo Dia Internacional da Mulher e que continuou marcada pela mais recente guerra, uma guerra a que já se aponta a maior disrupção ao mercado energético da história. Uma guerra marcada também pela desinformação e pela dificuldade de se confiar no que se lê e se vê graças à propaganda e à inteligência artificial que põe os EUA Israel e o Irão em chamas com a mesma facilidade que põe Kim Jong Un a dançar Kuduro e a beber Cuca...

Seja bem-vindo, querido leitor, a este seu espaço onde perguntar não ofende depois de uma semana de headlines marcadas por nova guerra, uma que já andava anunciada, mas que se tornou real depois do ataque dos EUA ao Irão, um Irão que sempre foi tido como um país cuja capacidade militar desaconselha provocações...

Seja bem-vindo, querido leitor, a este seu espaço onde perguntar não ofende, depois de uma semana em que eleições especiais para eleger apenas um dos 650 integrantes da House of Commons (a Assembleia Nacional do Reino Unido) saíram da mesmice bipartidária e castigaram o partido no poder, o trabalhista, com a perda da representatividade já decana de Manchester, uma das maiores cidades da Inglaterra.

Seja bem-vindo, querido leitor, a este seu espaço onde perguntar não ofende depois de uma semana em que valeu muito a pena comprar jornais. Sou suspeita, porque trabalho com informação e em meios de comunicação, no entanto, mesmo para o leitor que não tem o vício, segue o conselho: esta semana vale a pena, porque é daquelas que lembram por que é que a media é o quarto poder que o poder se esforça para transformar em quarto do poder.

Seja bem-vindo, querido leitor, a este seu espaço onde perguntar não ofende, depois de uma semana em que se assinalou o Dia Mundial da Rádio, esse meio que permite esta conversa semanal na Rádio Essencial e que procura contribuir para a consciencialização, para o desenvolvimento, para o sentido colectivo de cidadania, para dar voz às ansiedades, felicidades e desejos dos angolanos para a sua Angola.