2026: GOVERNAR PARA A FELICIDADE OU PARA O PODER?
Ao afirmar, no discurso de fim de ano, que todas as decisões do Executivo foram tomadas a pensar na felicidade dos angolanos, o Presidente da República fez uma declaração, simultaneamente, confortável e frágil. Confortável porque soa bem; frágil porque não resiste a um confronto sério com a realidade social, económica e institucional do país.








A mudez do Presidente da República diante da tragédia de Benguela